Vivemos atualmente em uma sociedade que além de capitalista é extremamente consumista. Não pretendo fazer uma apologia contra o ato de adquirir bons produtos. E sim, ao fato de que se não prestarmos muito bem a nossa atenção, seremos mergulhados em uma onda que é uma das grandes causas dos desastres e impactos ambientais em nossa era: O Consumismo.
A mídia, seja ela nas suas mais variadas formas, bombardeai seus expectadores diariamente com mensagens que produzem (de forma direta ou subliminar) um constante estado de insatisfação no ser humano. Ora a moda são cabelos encaracolados. E a mulherada corre atrás para comprar cremes para ondular seus cabelos lisos. Depois vem a moda dos cabelos lisos, onde chapinhas, pranchinhas, banhos de íons, etc, prometem deixar nossos cabelos mais lisos que uma estrada de barro em dias de chuva. Sem contar dos eletrônicos. Eu parei no MP3 e embora meu pai nem saiba que bicho é esse, eu já estou muito atrasada. Recentemente encontrei duas adolescentes no elevador conversando sobre o MP15 que eu nem entendi se é celular ou outra coisa. Também não sou contra à inovação tecnológica. Mas se a cada ano são substituídos inúmeros modelos de celulares, aparelhos de DVD, carros e diversos outros bens de consumo, onde é que esses "antigos modelos" vão parar? Incineração (ou queima) é uma das formas de acabar com esse "lixo eletrônico". Os incineradores emitem inúmeros compostos tóxicos na atmosfera e produzem cinzas e outros resíduos prejudiciais ao meio ambiente inclusive à saúde humana. Existem alternativas a esse processo, mas ele continua sendo utilizado em larga escala.
Então, da próxima vez que você comprar um celular do último modelo e depois de dois meses ele já estiver ultrapassado, continue usando ele. Embora os produtos possuem uma validade bem inferior que no passado, procure adquirir o hábito de usar por um tempo máximo tudo o que você (ou seus pais) comprar. Não se deixe influenciar pelos apelos do marketing destas empresas que incentivam o consumismo banalizado.
Fernanda de Figueiredo Beda
Médica Veterinária
Pós graduanda em Gestão Pública de Controle e Educação Ambiental - Unifesp
A mídia, seja ela nas suas mais variadas formas, bombardeai seus expectadores diariamente com mensagens que produzem (de forma direta ou subliminar) um constante estado de insatisfação no ser humano. Ora a moda são cabelos encaracolados. E a mulherada corre atrás para comprar cremes para ondular seus cabelos lisos. Depois vem a moda dos cabelos lisos, onde chapinhas, pranchinhas, banhos de íons, etc, prometem deixar nossos cabelos mais lisos que uma estrada de barro em dias de chuva. Sem contar dos eletrônicos. Eu parei no MP3 e embora meu pai nem saiba que bicho é esse, eu já estou muito atrasada. Recentemente encontrei duas adolescentes no elevador conversando sobre o MP15 que eu nem entendi se é celular ou outra coisa. Também não sou contra à inovação tecnológica. Mas se a cada ano são substituídos inúmeros modelos de celulares, aparelhos de DVD, carros e diversos outros bens de consumo, onde é que esses "antigos modelos" vão parar? Incineração (ou queima) é uma das formas de acabar com esse "lixo eletrônico". Os incineradores emitem inúmeros compostos tóxicos na atmosfera e produzem cinzas e outros resíduos prejudiciais ao meio ambiente inclusive à saúde humana. Existem alternativas a esse processo, mas ele continua sendo utilizado em larga escala.
Então, da próxima vez que você comprar um celular do último modelo e depois de dois meses ele já estiver ultrapassado, continue usando ele. Embora os produtos possuem uma validade bem inferior que no passado, procure adquirir o hábito de usar por um tempo máximo tudo o que você (ou seus pais) comprar. Não se deixe influenciar pelos apelos do marketing destas empresas que incentivam o consumismo banalizado.
Fernanda de Figueiredo Beda
Médica Veterinária
Pós graduanda em Gestão Pública de Controle e Educação Ambiental - Unifesp
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